sábado, 11 de junio de 2016

Lisboa (17 a 19 de junio de 2016): III Congresso Internacional sobre Património Industrial APPI-TICCIH

Ya se conoce el programa del III Congresso internacional sobre património industrial, dedicado a la “Reconversão de sítios industriais: um desafio para a conservação patrimonial”, organizado por APPI y TICCIH-Portugal y que se celebrará en Lisboa del 17 al 19 de junio de 2016.



PROGRAMA:

16 de junio
17h00 – 19h30 : Recepção dos participantes / Recepción de participantes / Reception of participants

17 de junio AUDITORIO 1
9h00 – 9h30 : Recepção dos participantes / Recepción de participantes / Reception of participants
9h30 – 10h30 SESSÃO DE ABERTURA / SESIÓN DE APERTURA / OPENING SESSION Reitor da Universidade Lusíada de Lisboa, Prof. Doutor Afonso d’Oliveira Martins Vice-Presidente da Fundação Minerva, Prof. Doutor Ricardo Leite Pinto Director da Faculdade de Arquitectura e Artes, Prof. Doutor Horácio Bonifácio Director do CITAD, Prof. Doutor Arq. Alberto Reaes Pinto Presidente da Associação Portuguesa para o Património Industrial, Prof. Doutor José Manuel Lopes Cordeiro
CONFERÊNCIA INAUGURAL/ / CONFERENCIA INAUGURAL / OPENING LECTURE, Prof. Doutor Julián Sobrino, Professor Titular da Escola Técnica Superior de Arquitectura da Universidade de Sevilha, El rol de la cultura del trabajo en la revisión del paradigma patrimonial vigente. Industria, memoria y olvido
10h30 – 10h45 : pausa para café / descanso para café / coffee break

10h45 – 12h45 - REUTILIZAÇÃO DE SÍTIOS INDUSTRIAIS: UM DESAFIO PARA A CONSERVAÇÃO PATRIMONIAL / REUTILIZACIÓN DE SITIOS INDUSTRIALES: UN RETO EN LA CONSERVACIÓN PATRIMONIAL / REUSE OF INDUSTRIAL SITES: A CHALLENGE FOR HERITAGE CONSERVATION
Theodora Chatzi Rodopoulou (TUDelft, Holanda), Shifts in the role of stakeholders in industrial heritage reuse. The case of Britain
Masaaki Okada (Kindai University, Japão), New role of historic working water-supply heritage – Public access to the SUE Purification Plant in Kanazawa, Japan
Kett Murphy (Beyer Blinder Belle, EUA), Preservation through transformation: a review of recent adaptive reuse projects at the Brooklyn Navy Yard
Davide Cardi (Università di Roma “Sapienza”, Itália), Study and research of a new use and identity for an exhausted quarry
Petra Boudova (Czech Technical University Prague, Rep. Checa), The economic potential of industrial heritage reuse – the Pilsen case
Keith Garner (Battersea Power Station Company, UK) & Kett Murphy (Beyer Blinder Belle, EUA), Power Stations for the People: a comparison of the redevelopments of Bankside and Battersea Power Stations in London
12h15 – 13h00 : Debate / Debate / Discussion
13h00 – 14h30 : Almoço / Almuerzo / Lunch

14h30 – 16h45 - ESTUDO, SALVAGUARDA E DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / ESTUDIO, SALVAGUARDA Y DIVULGACIÓN DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / STUDY, PRESERVATION AND PROMOTION OF INDUSTRIAL HERITAGE.
Maria Franceschino (Mimar Sinan Fine Arts University, Istanbul, Turquia), Adaptive reuse of industrial heritage in Istanbul: a comparison between Tuzambarı and Feshane
Işılay Sheridan (İzmir Institute of Technology, Turquia), Value assesment in industrial landscape: Çamalti Saltern
Aurore Caignet (Université Rennes 2, França), The People’s History Museum: transformation and promoting the industrial heritage of Manchester’s only remaining hydraulic pump house
Georgia Cheirchanteri (Technological Educational Institute of Athens, Grécia), Athens’s Gasworks VS Neo Faliro’s Power Plant. The challenge in Athens’s industrial heritage conservation
Martin Dubiny (Institut of History and Theory of Architecture and Monument Restoration, Eslováquia), Industrial architecture as the representative of development of Bratislava and the reason for its protection and restoration
Anicleide Zequini (Museu Paulista, Brasil), Fábrica de Tecidos São Luís: passado e presente
Nuno Coelho (CEIS20 – Universidade de Coimbra), A valorização de acervos históricos pela activação do processo tipográfico – o caso da Fábrica de Chá Gorreana e da Tipografia Micaelense
Daniela Pistorello (Universidade Estadual de Santa Catarina, Brasil), Usina hidroeléctrica de Maruim: significações ao longo do tempo 
16h30 – 16h45 : Debate / Debate / Discussion
16h45 – 17h00 : Pausa para café / Descanso para café / Coffee break

17h00 – 18h15 - ESTUDO, SALVAGUARDA E DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / ESTUDIO, SALVAGUARDA Y DIVULGACIÓN DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / STUDY, PRESERVATION AND PROMOTION OF INDUSTRIAL HERITAGE
Iñaki Uriarte (Arquitecto, País Basco, Espanha), La industria, fábrica del paisaje. Múltiples miradas al paisaje industrial como patrimonio visual
Rocío Piqueras Gómez (Universidad Politécnica de Valencia, Espanha), Conjunto El Salto del Molinar. Villa de Ves. 1910. Aprovechamiento hidroeléctrico en la Cuenca del Júcar
Antoni Vilanova (Presidente de la AADIPA – Col·legi d’Arquitectes de Catalunya) & Susanna Moya (Vilanova+Moya, arquitectes), Espanha), El sistema hidroeléctrico de Capdella. Un museo industrial en el territorio
Gonzalo Cerda Brintrup (Universidad del Bío-Bío, Chile), Património industrial e arquitectura moderna em madeira no Sul do Chile: 1940-1970. Formas de habitar colectivo
Manuel Souto López (Ayuntamiento de As Pontes de García Rodríguez, Espanha), El agua, el carbón y la energia: ejes del patrimonio industrial de As Pontes

18h15 – 19h00 - CONSERVAÇÃO E RESTAURO DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / CONSERVACIÓN Y RESTAURACIÓN DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / CONSERVATION AND RESTORATION OF INDUSTRIAL HERITAGE
Isabel B. Valente, et al. (University of Minho, Portugal), Damage survey, non-destructive testing and structural assessment of Companhia Aurífí- cia, a 19th century industrial building located in northern Portugal
Francisco Rodríguez Marín (Universidad de Málaga, Espanha), De necesidad funcional al uso lúdico: recuperación del “Caminito del Rey” en el Complejo Hidroeléctrico de Guadalhorce (Málaga, España)
Kutay Karabağ (İstanbul Bilgi University, Turquia), Adaptive reuse of industrial heritage in under-graduate education: Antalya Weawing Factory as a design studio problem
19h00 – 19h15 : Debate / Debate / Discussion


17 de junio AUDITORIO 2

9h00 – 10h30 - REUTILIZAÇÃO DE SÍTIOS INDUSTRIAIS: UM DESAFIO PARA A CONSERVAÇÃO PATRIMONIAL / REUTILIZACIÓN DE SITIOS INDUSTRIALES: UN RETO EN LA CONSERVACIÓN PATRIMONIAL / REUSE OF INDUSTRIAL SITES: A CHALLENGE FOR HERITAGE CONSERVATION
Ana Howard (Arquitecta e urbanista, Brasil), Propostas e possibilidades de gestão para o reuso ou refuncionalização de Vilas Operárias: o caso da usina hidroeléctrica de Itatinga – Bertioga – São Paulo – Brasil
Inês Moreira (FCSH - Universidade Nova de Lisboa / FBA - Universidade do Porto), A curadoria e a revitalização de edifícios pós-industriais. Partilha das bases de um projecto de investigação [2016-2022]
Alcília Afonso (Universidade Federal de Campina Grande, Brasil), Património industrial têxtil em Recife: propostas de reutilização
José Manuel González González (Universidad de Extremadura, Espanha), Reutilización de la Mina Abundancia en Cáceres como centro de interpretación y espacio educativo. 
Marcelino Santos (Universidade Lusíada de Lisboa – CITAD), Tampere: uma apreciação estética
Álvaro Cidrais, Fátima Silva, Marta Roque & Miguel Ângelo Silva (Universidade Lusíada de Lisboa – CITAD), Provocação positiva através do declínio de áreas industriais – Re-Humanizando a Paisagem de Cebolais de Cima/ Retaxo, em Castelo Branco, Portugal
10h30 – 10h45 : Pausa para café / Descanso para café / Coffee break

10h45 – 12h00 - REUTILIZAÇÃO DE SÍTIOS INDUSTRIAIS: UM DESAFIO PARA A CONSERVAÇÃO PATRIMONIAL / REUTILIZACIÓN DE SITIOS INDUSTRIALES: UN RETO EN LA CONSERVACIÓN PATRIMONIAL / REUSE OF INDUSTRIAL SITES: A CHALLENGE FOR HERITAGE CONSERVATION
Linda Arduini & Giulia Cappello (Università di Roma “Sapienza”, Itália), Arquitectura industrial e espaços sociais: reabilitação da fábrica Vulcano & Colares em Lisboa
Rui Reis Alves (Universidade Lusíada de Lisboa – CITAD), O exemplo da reutilização de três armazéns de vinhos em Marvila
Laura Sordo Ibáñez (Universidad Europea Miguel de Cervantes, Valladolid, Espanha), Estrategias de reutilización de la arquitectura industrial
Ana Nevado (DINÂMIA’CET-IUL, ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa), Regeneração urbana na zona ribeirinha oriental de Lisboa: perspectivando o futuro
Elida Luz Rios (Universidad Politécnica de Madrid, Espanha), Intervenciones en edificios industriales y los espacios generados. Barrio de los Almacenes (Speicherstadt) Hamburgo Alemania y los Doklands Londres

12h00 – 12h30 - ESTUDO, SALVAGUARDA E DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / ESTUDIO, SALVAGUARDA Y DIVULGACIÓN DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / STUDY, PRESERVATION AND PROMOTION OF INDUSTRIAL HERITAGE
Claudio Otero Eiriz (Universidade de Santiago de Compostela, Espanha), La apariencia de las fábricas de curtidos de Galicia. Un estilo arquitectónico vinculado al medio físico. El caso de Sarria
Deborah Neves (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, Brasil), Identificação e valorização das tecelagens de São Paulo
12h30 – 12h45 : Debate / Debate / Discussion
13h00 – 14h30 : Almoço / Almuerzo / Lunch

14h30 – 16h15 - ESTUDO, SALVAGUARDA E DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / ESTUDIO, SALVAGUARDA Y DIVULGACIÓN DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / STUDY, PRESERVATION AND PROMOTION OF INDUSTRIAL HERITAGE
João Luís Sequeira, Susana Pacheco & Tânia Casimiro (FCSH - Universidade Nova de Lisboa), Locomóveis e locomotoras. Evidências de um passado industrial em ambiente rural na lezíria ribatejana
Guilherme Pinheiro Pozzer (CNPq / Universidade do Minho), A dignidade da ruína industrial: estudo de caso da fábrica Sampaio, Ferreira & Cia.
Armando Quintas, et al. (CECHAP / CIDEHUS, Património industrial e humanidades digitais. Portal História da Indústria dos Mármores: do inventário à salvaguarda e roteiro cultural
Susana Domingues (IHC / FCSH – Universidade Nova de Lisboa), O frio industrial em Portugal entre 1956 e 1982 
Fernanda Bueno (Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil), Estruturas remanescentes da indústria têxtil em Ouro Preto/MG
Graça Filipe (IHC / FCSH – Universidade Nova de Lisboa), Desindustrialização, patrimonialização e uso sustentável de património industrial. Perspectivas sobre estratégia e método, selecção de valores e modalidade de salvaguarda
Paula Nogueira (Universidade de Coimbra), A Central Hidroeléctrica de Santa Rita e o advento da electricidade (Fafe, 1914)

16h15 – 16h30 - CONSERVAÇÃO E RESTAURO DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / CONSERVACIÓN Y RESTAURACIÓN DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / CONSERVATION AND RESTORATION OF INDUSTRIAL HERITAGE
Rosemary Rodrigues, Lúcia Hidaka & Josemary Ferrare (Universidade Federal de Alagoas, Brasil), Tempo-Cidade: estudo sobre as mudanças e permanências na antiga paisagem industrial no município de Rio Largo, em Alagoas, Brasil
16h30 – 16h45 : Debate / Debate / Discussion
16h45 – 17h00 : Pausa para café / Descanso para café / Coffee break

17h00 – 17h45 - PAISAGENS CULTURAIS DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / PAISAJES CULTURALES DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / CULTURAL LANDSCAPES OF INDUSTRIAL HERITAGE
Gildo Magalhães (Universidade de São Paulo, Brasil), Velhos sítios, novos usos? Antigas usinas hidroeléctricas em São Paulo, Brasil
Aldemar Norek (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil), Representação simbólica e estética fabril: o capital industrial no Brasil do século XIX
Flávio Belo Brites & Madalena Cunha Matos (Faculdade de Arquitectura, Universidade de Lisboa / CIAUD), Uma proposta experimental para o Bairro Operário: combinando arquitectura e turismo na Mina de São Domingos

17h45 – 19h30 - MUSEOLOGIA INDUSTRIAL E CONSERVAÇÃO DE ACERVOS TÉCNICOS E INDUSTRIAIS / MUSEOLOGÍA INDUSTRIAL Y CONSERVACIÓN DE COLECCIONES TÉCNICAS E INDUSTRIALES / INDUSTRIAL MUSEUMS AND CONSERVATION OF TECHNICAL AND INDUSTRIAL COLLECTIONS
Javier Revilla Casado (Museo de la Industria Harinera de Castilla y León, España), De la ruina a centro cultural y museo: el granero y la fábrica de harinas de Gordoncillo (León, España)
Ema Elisabete Rodrigues Camillo (Centro de Memória – UNICAMP, Brasil), Preservação como projecto. Da Cia Mac Hardy e do património documental público da cidade de Campinas
Bárbara Bruno (Museu da Água da EPAL), Museu da Água: Um caso de sucesso de reutilização de um sítio industrial
Ramón Méndez Andrés (Universidad Autónoma de Madrid, Espanha), Educación patrimonial en los museos industriales: una mirada a los objetivos didácticos 
Vanessa Alexandra Pereira (FCSH - Universidade Nova de Lisboa / Centro de Estudos Ibéricos), O Moinho de Maré de Corroios e os limites à musealização do seu património industrial e técnico
Marilia Xavier Cury (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP) & Mirian Yagui (Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, Brasil), Colecções em museus e musealização in situ – Dilemas do património do sector eléctrico do Estado de São Paulo, Brasil Rafael Marques (R-design global), Museus, objectos ou vivências?
19h30 – 19h45 : Debate / Debate / Discussion


18 de junio AUDITORIO 1

9h00 – 10h30 - PAISAGENS CULTURAIS DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / PAISAJES CULTURALES DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / CULTURAL LANDSCAPES OF INDUSTRIAL HERITAGE
Mariano Castellanos (Benemérita Universidad Autónoma de Puebla / TICCIH México), El agua como vertebrador del paisaje industrial. El Río Cantarranas y las fábricas textiles del Valle de Atlixco (Puebla, México)
María Murillo (Universidad del País Vasco) & Patricia Ferreira Lopes (Universidad de Sevilla, Espanha), El paisaje del vino como un sistema. Una aproximación al fenómeno bodeguero del Puerto de Santa Maria
Sheila Palomares Alarcón (Programa de Doutoramento HERITAS [PhD] Estudos de Património / CIDEHUS-Universidade de Évora) & Pietro Viscomi (Universidad de Sevilla/CHAIA-CIDEHUS - Universidade de Évora), Silos de concreto como “esculturas anónimas”
Nicolás Marine, Rodrigo de la O & David Escudero (Universidad Politécnica de Madrid, Espanha), Reflexiones en torno a la cartografía del paisaje cultural industrial
Pablo Diañez (Universidad de Sevilla, Espanha), El espacio de la industria del salitre en Chile. Bases para la postulación como Paisaje Cultural
Miguel Abelleira Doldán, Juan A. Caridad Graña & Antonio S. Río Vázquez (Universidad da Coruña, Espanha), A ría industrial, Ferrol, 1950-2016

10h30 – 10h45 - ARQUEOLOGIA E PATRIMÓNIO INDUSTRIAL: PERSPECTIVAS DE FUTURO / ARQUEOLOGÍA Y PATRIMONIO INDUSTRIAL: PERSPECTIVAS DE FUTURO / INDUSTRIAL ARCHAEOLOGY AND INDUSTRIAL HERITAGE: FUTURE DIRECTIONS
Graça Nieto Guimarães (gng.apb arquitetura planeamento lda), Três percursos de arqueologia industrial 
10h45 – 11h00 : Debate / Debate / Discussion
11h00 – 11h15 : Pausa para café / Descanso para café / Coffee break

11h15 – 11h30 - ENSINO E FORMAÇÃO EM PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / ENSEÑANZA Y FORMACIÓN DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / EDUCATION AND TRAINING ON INDUSTRIAL HERITAGE
Paulo Mendonça (Universidade do Minho/Lab2PT), Atelier Inovação e Tecnologia – Propostas arquitectónicas para a requalificação da Zona de Couros em Guimarães

11h30 – 12h45 - TURISMO INDUSTRIAL / TURISMO INDUSTRIAL / INDUSTRIAL TOURISM
Alexandra Alves (Turismo Industrial de S. João da Madeira), Turismo Industrial: um caso de sucesso em S. João da Madeira
José Luiz Almeida e Silva & Vera Fortes (CENCAL), Das Rotas à Associação Portuguesa de Vilas e Cidades Cerâmicas – Um desafio estratégico … para a Europa e para o mundo
Katarína Mackovičová (Slovak University of Technology, Eslováquia), The harbours - the perspective of industrial tourism
Mariana Silva (ISCTE-IUL/FCSH-NOVA; CRIA-ISCTE), O encontro turístico: entre máquinas, operários e turistas. O caso do Turismo Industrial em S. João da Madeira
Sonia Sueiro & Ismael Blanco (Município de As Pontes de García Rodríguez, Galiza, Espanha), As Pontes, experiência industrial
12h45 – 13h00 : Debate / Debate / Discussion
13h00 – 14h30 : Almoço / Almuerzo / Lunch

14h30 – 15h30 - ARQUIVOS EMPRESARIAIS / ARCHIVOS DE EMPRESAS / COMPANY ARCHIVES
Eleonora Todde (University of Cagliari, Itália), For a census of the archives of Sardinian Mining Companies
Renato Pinto Venancio (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil), Arquivos de empresas em Arquivos Nacionais: uma comparação entre Brasil e Portugal, 1990-2015
Dayanne Stalschus, et al., (Universidade Federal de Campina Grande, Brasil), O virtuoso passado da fábrica SANBRA: resgate das fontes documentais do património industrial em Campina Grande
Cristina Pereira de Faria & Ángeles Layuno Rosas (Universidad de Alcalá, Espanha), Catalogação e conservação do património nos arquivos de empresa: o caso do Fundo Histórico Antonio Puig S. A.

15h30 – 16h00 - PATRIMÓNIO GEOLÓGICO E MINEIRO / PATRIMONIO GEOLÓGICO Y MINERO / GEOLOGICAL AND MINING HERITAGE
José Manuel Brandão (Instituto de História Contemporânea – CEHFCi-UE, FCSH-UNL) & Fernanda Sousa (C. M. Porto de Mós), Electrificar as minas, iluminar as vilas. A Central Termoeléctrica da Empresa Mineira do Lena (Porto de Mós, Portugal)
Rossella Putzolu (University of Cagliari, Itália), Mining heritage in South West Sardinia: the Monteponi mine. Historical background and possibilities of resume
16h00 – 16h15 : Debate / Debate / Discussion
16h15 – 16h30 : Pausa para café / Descanso para café / Coffee break

16h30 – 17h00 - PATRIMÓNIO GEOLÓGICO E MINEIRO / PATRIMONIO GEOLÓGICO Y MINERO / GEOLOGICAL AND MINING HERITAGE
Ronaldo A. Rodrigues da Silva (Universidade Federal de Minas Gerais / TICCIH-Brasil), Siderurgia a carvão de madeira: uma memória de sucesso, um caso brasileiro
Débora Queiroz (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil), Paisagens minero-industriais e património cultural: o caso de Miguel Brunier, MG, Brasil

17h00 – 19h00 - PATRIMÓNIO FERROVIÁRIO / PATRIMONIO FERROVIÁRIO / RAILWAY HERITAGE
Pan Jiang, Long Shao & Xian Ji (Harbin Institute of Technology, Rep. Pop. China), Analysis on the landscape characters of industrial heritage of the Chinese Eastern Railway
Fernanda Lourencetti (Évora University, Portugal), Recovery and reintegration of the Araraquara Railway heritage (Brazil)
Antonio Burgos Núñez (Universidad de Granada, Espanha), Puentes de los ferrocarriles suburbanos de Málaga
José Luis Lalana Soto & Luis Santos y Ganges (Universidad de Valladolid, Espanha), El ferrocarril de La Fuente de San Esteban a Pocinho: un patrimonio industrial conector de los patrimonios culturales y naturales del Duero/Douro
Aurora Martínez Corral (Universidad Politécnica de Valência, Espanha), Estaciones de ferrocarril históricas españolas: de lo material a lo virtual. De la pátina a la evocación. De Valencia a Canfranc
André Castelo Branco & Neuza Melo (Instituto Camillo Filho, Brasil), Património ferroviário no Piauí, Brasil: as trajectórias e estados de conservação das Estações de Piracuruca, Parnaíba e Floriópolis

19h00 – 19h30 - ARTE E PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / ARTE Y PATRIMONIO INDUSTRIAL / ART AND INDUSTRIAL HERITAGE
Miriam Lousame-Gutiérrez (Universidad de Sevilla, Espanha), Conversión del silo de Santa Catarina da Fonte do Bispo en museo digital
Samuel Roda Fernandes (Universidade Lusíada de Lisboa), O primeiro edifício de betão armado em Portugal – A criação de uma estrutura produtiva, o seu fim e as possibilidades de reabilitação

19h30 – 19h45 : Debate / Debate / Discussion


18 de junio AUDITORIO 2

9h00 – 10h15 - PATRIMÓNIO FERROVIÁRIO / PATRIMONIO FERROVIÁRIO / RAILWAY HERITAGE HISTÓRIA E SALVAGUARDA DO PATRIMÓNIO FERROVIÁRIO / HISTORIA Y SALVAGUARDIA DEL PATRIMONIO FERROVIÁRIO / HISTORY AND PRESERVATION OF RAILWAY HERITAGE
António Pinto Pires (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias / Associação Portuguesa para o Património Industrial), Manifesto em defesa do caminho de ferro da via estreita
Eduardo Romero de Oliveira (Universidade Estadual Paulista, Brasil), Questões sobre a preservação do património industrial na actualidade: estudo de alguns casos do património ferroviário no Brasil e na Inglaterra
Ana Torrejais (Universidade de São Paulo, Brasil), Património ferroviário como Tecnocultura
Hugo Silveira Pereira (CIUHCT / Institute of Railway Studies) & Eduardo Beira (IN+ / Programa MIT Portugal), Linha do Tua: que futuro?
10h00 – 10h15 : Debate / Debate / Discussion
10h15 – 10h30 : Pausa para café / Descanso para café / Coffee break

10h30 – 11h00 - PATRIMÓNIO FERROVIÁRIO / PATRIMONIO FERROVIÁRIO / RAILWAY HERITAGE HISTÓRIA E SALVAGUARDA DO PATRIMÓNIO FERROVIÁRIO / HISTORIA Y SALVAGUARDIA DEL PATRIMONIO FERROVIÁRIO / HISTORY AND PRESERVATION OF RAILWAY HERITAGE
Márcia Calafate & Lurdes Lopes (Câmara Municipal do Barreiro), O Barreiro e o seu património ferroviário: que futuro?
António Pinto Pires (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias / Associação Portuguesa para o Património Industrial), Museu Nacional Ferroviário. Geografar para preservar

11h00 – 12h00 - NOVOS USOS PARA CAMINHOS-DE-FERRO ABANDONADOS / NUEVOS USOS PARA FERROCARRILES ABANDONADOS / NEW USES FOR ABANDONED RAILWAYS
Domingo Cuéllar (RENFE Viajeros SA, Espanha), Vías al patrimonio: el cierre de las líneas ferroviarias en España y su puesta en valor
Lara Rodrigues & Paula Azevedo (IP Património, Grupo Infraestruturas de Portugal), Reutilização de sítios industriais, um desafio para a conservação patrimonial: ecopistas e estações de caminhos-de-ferro
José A. Peixoto Lima (Câmara Municipal de Celorico de Basto), Ecopista do Tâmega: “a simbiose perfeita entre o homem e a natureza”
Nuno Silvério Barrento (Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos de Ferro), Preservação da memória da sinalização ferroviária de Santo Tirso

12h00 – 12h15 - TEORIA E METODOLOGIA DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL E SUA ARQUEOLOGIA / TEORÍA Y METODOLOGÍA DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL Y DE SU ARQUEOLOGIA / THEORY AND METHODOLOGY OF INDUSTRIAL HERITAGE AND ITS ARCHAEOLOGY
Mário Bruno Pastor & Eduarda Vieira (Universidade Católica Portuguesa – Pólo do Porto / CITAR / Escola das Artes), Reutilização, neoutilização e não utilização da fábrica. Três exemplos paradigmáticos de destinos em curso para espaço industrial 
12h15 – 12h30 : Debate / Debate / Discussion
13h00 – 14h30 : Almoço / Almuerzo / Lunch

14h30 – 16h15 - ARTE E PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / ARTE Y PATRIMONIO INDUSTRIAL / ART AND INDUSTRIAL HERITAGE
George Gutlich (Universidade de Taubaté, Brasil e Universidade de Lisboa) & João Mascarenhas Mateus (Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa), Alvenaria de tijolos e poética arquitectónica: estudo de caso do complexo fabril Tecelagem Parahyba
Mônica Juergens (Universidade do Estado de Santa Catarina, Brasil), Permanência espaço/tempo e a 31.ª colectiva de artistas na Cervejaria Catarinense
Paulo Oliveira Ramos (Universidade Aberta/IHA – FCSH - Universidade Nova de Lisboa), Lisboa, o azulejo e a arqueologia industrial
María Pilar Biel Ibáñez (Universidad de Zaragoza, Espanha), El patrimonio industrial en tiempos de crisis: de las fábricas de creación a los espacios autogestionados
Alba Guevara de la Torre (Universidad de Málaga, Espanha), Un lugar en la memória. Proyecto de reconocimiento histórico-cultural del patrimonio industrial mediante la intervención artística
Rocío España Rodriguez & Raffaele Biasco (Universidad de Granada, Espanha), Ritualismo y espacios olvidados. El poder de la transformación
Ricardo Ortega (Fundación Iberoamericana de las Industrias Culturales y Creativas, Espanha), La Destiladora: dinamización cultural y social desde la reutilización del patrimonio industrial

16h15 – 16h45 - REUTILIZAÇÃO DE SÍTIOS INDUSTRIAIS: UM DESAFIO PARA A CONSERVAÇÃO PATRIMONIAL / REUTILIZACIÓN DE SITIOS INDUSTRIALES: UN RETO EN LA CONSERVACIÓN PATRIMONIAL / REUSE OF INDUSTRIAL SITES: A CHALLENGE FOR HERITAGE CONSERVATION
Rodrigo Coelho (Faculdade de Arquitectura do Porto / CEAU), Portugal: Algumas experiências de regeneração urbana no âmbito da re-utilização de património ferroviário desactivado
Anna Salvatori & Maria Di Noia (Università degli Studi di Firenze, Itália), Companhia Aurifícia, o tesouro escondido
16h45 – 17h00 : Debate / Debate / Discussion
17h00 – 17h15 : Pausa para café / Descanso para café / Coffee break

17h15 – 18h15 - ESTUDO, SALVAGUARDA E DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / ESTUDIO, SALVAGUARDA Y DIVULGACIÓN DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / STUDY, PRESERVATION AND PROMOTION OF INDUSTRIAL HERITAGE
José Afonso (Faculdade de Arquitectura, Universidade de Lisboa / CIAUD), Museu dos Lanifícios 2017 • Corga ⁄ Património da Arquitectura Industrial • Castelo Branco Silvia Passarelli, et al. (Universidade Federal do ABC, Brasil) Paranapiacaba, vila ferroviária paulista, na encruzilhada da conservação patrimonial
Manuel Ferreira Rodrigues (Universidade de Aveiro), Património industrial da Metalurgia Casal. Inventário, musealização e conservação
M. Elena Castore (Faculdade de Arquitectura do Porto), A antiga indústria têxtil portuense. Entre o esquecimento e a memória

18h15 – 19h00 - PAISAGENS CULTURAIS DO PATRIMÓNIO INDUSTRIAL / PAISAJES CULTURALES DEL PATRIMONIO INDUSTRIAL / CULTURAL LANDSCAPES OF INDUSTRIAL HERITAGE
Aldemar Norek & Beatriz S. Oliveira (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil), Património industrial no Rio de Janeiro: a Refinaria de Manguinhos
Gonçalo Brito (Associação Portuguesa para o Património Industrial), A paisagem da actividade têxtil no concelho de Seia, serra da Estrela
Cláudia Vaz Ferreira (Instituto Superior de Ciências Empresariais e Turismo), Potencial turístico do património das Minas de Volfrâmio – Rio de Frades (Arouca)

19h00 – 19h15 : Debate / Debate / Discussion


Pósteres

17 de junio, 14h30:
Alejandro Bocanegra (Arquitecto Valladolid, Espanha), Estratégias de intervención y conservación del patrimonio. Aproximación, subversión, dialogo y respeto
Alejandro Bocanegra (Arquitecto, Espanha) & Mariangela Cerone (Proyecto Silos, Espanha), Reconversión de espacios industriales obsoletos. Estratégias de integración y desarrollo urbano en el Puerto de Valencia
Isabel Cameira (Centro de Arqueologia de Lisboa da Câmara Municipal de Lisboa), Património industrial: O núcleo Belém / Bom Sucesso – Vestígios e memórias
Antonio Burgos Núñez, et al. (Departamento de Mecánica de Estructuras, Universidad de Granada, Espanha), Estudio y divulgación del patrimonio industrial en la Universidad de Granada: el master de Rehabilitación Arquitectónica

18 de junio, 14h30:
Mónica Macieira (Lab2PT, Escola de Arquitectura da Universidade do Minho / CONSTRUCT, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), Paulo Mendonça (Lab2PT, Escola de Arquitectura da Universidade do Minho) & João Miranda Guedes (CONSTRUCT, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), Reabilitação funcional do património industrial edificado com recurso a membranas arquitectónicas: aspectos contextuais, climáticos e funcionais
Mónica Macieira (Lab2PT, Escola de Arquitectura da Universidade do Minho / CONSTRUCT, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), Paulo Mendonça (Lab2PT, Escola de Arquitectura da Universidade do Minho) & João Miranda Guedes (CONSTRUCT, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), Reabilitação funcional do património industrial edificado com recurso a membranas arquitectónicas: aspectos programáticos, construtivos e económicos
Bianca Oliveira & Clarissa Melo (Universidade Federal de Campina Grande, Brasil), Companhia de Tecidos Rio Tinto: um estudo sobre o património industrial
María Mar Fernández Antolín (Universidad Ceu San Pablo, Madrid, Espanha), Fabrica Arte para niños en antiguo Taller de Material Móvil Príncipe Pio (Madrid)


Otras actividades

EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS / PROYECCIÓN DE DOCUMENTALES / EXHIBITION OF DOCUMENTARIES
17 junho _ Sala dos Conselhos
14h30 – 15h05: Battersea Power Stations: selling an icon, Keith Garner & Kett Murphy
15h05 – 15h30 : Debate / Debate / Discussion
15h30 – 15h55 : Oda a la fábrica abandonada, Unai Alonso & Iñaki Uriarte
15h55 – 16h30 : Debate / Debate / Discussion

EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS SOBRE A LINHA DO TUA / PROYECCIÓN DE DOCUMENTALES ACERCA DE LA LÍNEA DEL TUA / EXHIBITION OF THREE DOCUMENTARIES ON THE TUA RAILWAY
18 junho _ Sala dos Conselhos
14h30 – 15h15 : Documentário #1 – O processo de decisão, Apresentação : Hugo Silveira Pereira – Comentário : Fernanda Rollo
15h15 – 15h55 : Documentário #2 – A construção, Apresentação: Eduardo Beira – Comentário: Rui Cardoso
15h55 – 16h45 : Documentário #3 – O impacto, Apresentação: Anne McCants – Comentário: Paula Diogo
16h45 – 17h00 : Debate / Debate / Discussion
17h15 – 17h30 : Pausa para café / Descanso para café / Coffee break

APRESENTAÇÃO DE LIVRO SOBRE TEMÁTICA FERROVIÁRIA / PRESENTACIÓN DE LIBRO SOBRE FERROCARRILES / BOOK PRESENTATION ON RAILWAYS
17h30 – 17h45 - O Caminho de Ferro da Beira Baixa, de António Pinto Pires, por José Manuel Lopes Cordeiro

17h45 – 19h00 - MESA REDONDA: NOVOS USOS PARA CAMINHOS DE FERRO ABANDONADOS / MESA REDONDA: NUEVOS USOS PARA LOS FERROCARRILES ABANDONADOS / ROUNDTABLE: NEW USES FOR ABANDONED RAILWAYS, MODERADOR: NELSON OLIVEIRA


Visitas

19 de junio 8h15 – 19h00 : CONCENTRAÇÃO JUNTO À UNIVERSIDADE LUSÍADA / CONCENTRACIÓN EN LA UNIVERSIDAD LUSÍADA / MEETING AT THE UNIVERSITY LUSÍADA
Visita / Visita / Tour 1 – Seixal – Almada – Barreiro
Visita / Visita / Tour 2 – Sacavém – Lisboa – Oeiras

miércoles, 27 de abril de 2016

Fuerte del Rey (Jaén, España) concluye una nueva fase para convertir la fábrica de harinas en un recurso turístico

Interior de la haninera de Fuerte del Rey
El Ayuntamiento de Fuerte del Rey (Jaén) ha concluido una nueva fase para convertir la antigua fábrica de harinas en un espacio museístico vinculado al mundo rural y como tal en un recurso turístico que atraiga visitantes al municipio.
El Consistorio ha finalizado una nueva fase de obras con cargo a los fondos de los Programas Generadores de Empleo del Programa de Fomento de Empleo Agrario (PFEA). En esta fase recién terminada han sido 16.500 euros los invertidos en trabajos de puesta a punto de la maquinaria y en obras en la primera y segunda planta.
Desde el pasado mandato, en el que el proyecto cobró impulso gracias a una primera colaboración económica de la Diputación de Jaén, se trabaja en recuperar esta fábrica de harina, que está inscrita como Lugar de Interés Etnológico en el Catálogo General del Patrimonio Histórico Andaluz para ponerla en valor y convertirla en "un recursos turístico importante".
Así lo ha explicado el alcalde del municipio, Manuel Melguizo (PSOE), quien ha señalado que "es una de las pocas de este tipo que quedan en Andalucía, además de que se mantienen con la maquinaria completa y en buen estado de conservación".
El inmueble, ubicado en el callejón de la Harina, está datado en la primera mitad del siglo XX y está considerado como uno de los molinos de harina más antiguos de los que se conservan en la provincia.
Melguizo ha anunciado que el consistorio ya tiene previsto destinar una nueva partida, aún por cuantificar, para acometer una última fase que será la definitiva para la conclusión de este proyecto.
Además se acometerá la mejora en el sótano y la finalización del resto de plantas, así como la reparación de lonas y correas en algunos de los mecanismos.
Desde el gobierno local ya se está trabajando en conseguir los fondos necesarios para la musealización del edificio, una vez que éste quede concluido.

sábado, 9 de enero de 2016

El MIHACALE de Gordoncillo (León, España) hace balance del año 2015

Fuente: http://www.diariodeleon.es/noticias/provincia/fabrica-harinas-recibio-mas-4-600-visitas-2015_1036455.html

Gordoncillo

La Fábrica de Harinas recibió más de 4.600 visitas en 2015

Su programación contó con conciertos, talleres y cine, entre otras actividades.

La Fábrica de Harinas de Gordoncillo recibió más de 4.600 visitas en este 2015 que acaba de terminar. León, Asturias, Valladolid, Zamora o Madrid son las procedencias más frecuentes. Grupos individuales o asociaciones. Exposiciones y decenas de eventos llevados a cabo resumen el primer año natural de este centro cultural, que se ha mostrado como uno de los más activos de la provincia los últimos doce meses.

El Museo de la Industria Harinera de Castilla y León (Mihacale), que se así de denomina, es un conjunto inmueble recuperado por el Ayuntamiento de Gordoncillo cuando estaba a punto de ser derribado. Cuenta con dos espacios bien diferenciados. Por una parte, el edificio dedicado a museo de la industria harinera donde se pueden ver máquinas, auténticas reliquias. Y por otra, la zona que ocupaba la panera, que se ha convertido en una gran sala de exposiciones y un salón de actos para la organización de eventos. Por su ejemplar restauración, el Ayuntamiento recibió hace unas semanas el Premio Provincial de Arquitectura Tradicional, otorgado por la Diputación de León.

En el año 2015 el Mihacale recibió 4.616 visitas, según los datos facilitados por su coordinador, Javier Revilla, siendo el mes de agosto el de mayor afluencia de público con 1.399 personas.

Espacio para todos
Tres fueron las exposiciones temporales que pudieron verse en las instalaciones gracias a la colaboración del Instituto Leonés de Cultura (Diálogos e intersecciones entre poesía y artes plásticas, Re_visión y Grupo El Paso, Informalismo leonés y derivaciones). Y otras dos organizadas por colectivos culturales como la de fotografías de excavaciones arqueológicas en el yacimiento El Castrillón, cedidas por la Asociación Zamora Protohistórica y Manos artísticas, de trabajos realizados por la asociación cultural La Vita, de Gordoncillo.

La actividad en el auditorio fue constante a lo largo del año. Hasta 19 eventos se llevaron a cabo. Desde representaciones teatrales hasta conferencias, cine, conciertos o asambleas de asociaciones, por citar algunos. También tres talleres didácticos para niños.

Revilla asegura que desde la dirección del museo en estos momentos se está ultimando la programación para esta año 2016. «La idea es seguir la tónica de 2015, pues una veintena de actuaciones nos parece ya un gran nivel. Añadiremos, en la medida de nuestras posibilidades, la organización de varias jornadas temáticas relacionadas con el patrimonio cultural y molinero».

Motorización de máquinas
«Tenemos claro que queremos convertirnos en un centro de referencia sobre la molinería tradicional e industrial queriendo reunir a profesionales molineros (actuales y jubilados) que nos leguen la memoria de su oficio y sus vivencias con encuentros periódicos». En este mismo sentido, Revilla señala que «estamos trabajando en la motorización de algunas máquinas» para hacer más atractivas las visitas. «Queremos desarrollar demostraciones de molienda en vivo para grupos que lo soliciten. La idea es aumentar el contenido didáctico y concienciar de la importancia del trigo en nuestra cultura, no sólo pasada, sino presente y futura».

La entrada al Mihacale ha sido gratuita desde su puesta en marcha el 9 de agosto de 2014. Y así lo seguirá siendo hasta el mes de mayo de este año. A partir de ese momento habrá que pagar, aún sin concretar, con bonificaciones para grupos especiales, anuncia el coordinador de las instalaciones.

viernes, 8 de enero de 2016

"La Única" de La Bañeza (León, España), cumple 90 años como harinera y 5 años como museo

 

Metidos en harina

El Museo de la Harinera, en el Centro de Interpretación de las Tierras Bañezanas, reúne una de las mejores colecciones de maquinaria industrial de principios del siglo XX. La colección guarda in situ los elementos originales que dieron vida a La Única, la fábrica de Harinas que marcó 70 años de la historia de La Bañeza. El centro emana recuerdos y cumple este año nueve décadas en pie y un lustro como museo que conecta a la ciudad y sus comarcas.

 
La historia abre la puerta. Un viaje a principios del siglos XX, un recorrido para sentir el patrimonio industrial, para palpar otros tiempos, para respirar un pasado de bonanza y un futuro ilusionante. El Museo de la Harinera, en el Centro de Interpretación de las Tierras Bañezanas (Citba), se sabe guardián de una de las mejores colecciones de maquinaria industrial de principios del siglo pasado. Una colección única, que se mantienen in situ e intacta. Un viaje a lo que fue La Única, la fábrica de harinas de La Bañeza que arrancó el motor en 1926. Un inmueble que cumple 90 años y que este 2016 celebra su quinto aniversario como museo.
 




 
Cuentan que el edificio se proyectó para ser hotel, sin embargo los avatares del tiempo lo convirtieron en fábrica. Las instalaciones muestran, todavía hoy, la maquinaria original de la marca Buhler donde se almacenada, se molía el trigo y se llevaba a cabo todo el proceso para la producción de harina. La Única funcionó hasta 1996, 70 años de historia industrial, que hoy narra ese pasado sin que el tiempo haya hecho mella.
 
La maquinaria instalada en 1926, tecnología punta en aquella época, es exactamente la que se visita hoy día en el museo, un lugar con mucho encanto, que además mantiene su ubicación original convirtiendo la colección en una joya excepcional del patrimonio. Incluso el tubo de cristal de los molinos son los de antaño donde el paso de las horas y del trabajo ha dejado su huella en forma de remiendos y arreglos sucesivos. Hasta se respira el aroma industrial de aquellos años.
 
La Única nació por iniciativa de Manuel Martín, pasando tras su muerte a ser propiedad de sus hijos y después tras fallecer sin descendencia a manos de unos sobrinos que fueron quienes con el Ayuntamiento firmaron el convenio para la cesión municipal y su conversión en museo, como centro cultural. Un paso de hotel a harinera y de ahí a centro turístico.
 
El cuidado de las instalaciones y su funcionamiento hasta mediados de los 90 propició que, aunque durante tiempo estuviera cerrada, el edificio se conservara y con él las joyas instaladas dentro. Como museo es un gran desconocido aunque la emotividad y la sensibilidad que afloran en cada rincón da una muestra de la historia más reciente de La Bañeza. Días y días contados paralelamente en paneles que enlazan con el pasado harinero de la fábrica a través de la tradición pastelera de La Bañeza. Las primeras referencias en este sentido datan de 1586, en 1611 se tiene constancia de la primera referencia confitera y unos años después, en 1752, el primer documento de un maestro chocolatero.
 
El Museo de la Harinera es un lugar único de riqueza patrimonial incalculable, donde los videos, los paneles y los testimonios de los últimos trabajadores ayudan a entender qué fue y lo que representó. Tres plantas conectadas por la producción de harina que enlazan con la historia de una comarca de labradores. El museo es, actualmente, un espacio vivo con multitud de actividades a lo largo de año. Una visita obligada para sentir y tocar la historia de La Bañeza.

lunes, 4 de enero de 2016

Nuevo uso industrial para la Fábrica de Harinas "Carmen" de Torres de Albarracín (Teruel, España)

 
La empresa Quesería Artesanal Torres de Albarracín está tramitando en el Ayuntamiento su instalación en un ala de la antigua harinera del Carmen de Torres de Albarracín. La quesería va a invertir 400.000 euros y creará cuando esté en pleno funcionamiento 7 puestos de trabajo. La fábrica de quesos artesanales y productos lácteos iniciará su actividad en marzo o abril lo más tardar. 
 
El alcalde de Torres de Albarracín, Inocencio Martínez, confirmó que la empresa Quesería Artesanal Torres de Albarracín estaba tramitando la licencia de actividad para la elaboración de quesos y que la licencia de obras ya la tenía concedida. El edil añadió que la quesería se va a instalar en un ala de la antigua harinera del Carmen de Torres de Albarracín. "El otro ala tiene los apartamentos y la herboristería", comentó.
 
El promotor del proyecto empresarial Quesería Artesanal Torres de Albarracín, Modesto Gonzalo Argüello, anunció que el próximo mes de marzo o abril la quesería estaría en funcionamiento para ir creciendo de forma paulatina hasta alcanzar 7 puestos de trabajo. "Tres ya están trabajando en la elaboración de quesos en la fábrica que tenemos en Altura (Castellón)".
 
Modesto Gonzalo Argüello explicó que la quesería de Altura seguirá funcionando para la elaboración de productos lácteos caso de los yogures, pero que los quesos se harán en Torres de Albarracín al contar con una climatología más apropiada.
 
En esta línea, el empresario de Quesería Artesanal Torres de Albarracín agregó que el nombre de Albarracín cuenta ya con un reconocido nombre en el sector del queso y que uno de los socios de la empresa es descendiente de Torres de Albarracín. "Estas son las razones por las que instalamos la quesería en Torres de Albarracín", reseñó. 
 
La inversión que va a realizar Quesería Torres de Albarracín es de algo más de 400.000 euros, según indicó el empresario Modesto Gonzalo Argüello. 
 
Asimismo, Modesto Gonzalo señaló que se había solicitado ayuda al Departamento de Agricultura del Gobierno de Aragón para la instalación de industrias agroalimentarias y al Fondo de Inversiones de Teruel, así como a Suma Teruel. "Esperamos contar con el apoyo del Fondo de Inversiones de Teruel, con la ayuda de la Diputación General de Aragón para las instalación de industrias agroalimentarias y del Suma Teruel. Va todo retraso pero esperamos que la respuesta sea positiva por parte de las Administraciones".
 
El alcalde de Torres de Albarracín, Inocencio Martínez, valoró los puestos de trabajo que se estaban creando en el municipio desde hace dos años y citó el parque multiaventura entre 8 y 11, la fábrica de patatas con 4, el hotel con otros 4 y ahora la quesería artesanal, que está tramitando en la actualidad.
 
El Consistorio quiere comprar el silo a la DGA
El alcalde de Torres de Albarracín, Inocencio Martínez, manifestó que el Ayuntamiento tiene interés en la compra del gran silo que la DGA tiene en el municipio. Silo que está muy cerca de la antigua harinera del Carmen. Martínez señaló que el silo cuesta 68.000 euros y que este punto se tratará en el pleno municipal para que se consiga el respaldo unánime de la Corporación. Añadió que el silo bien pudiera ser un gran rockódromo que sirva de complemento al parque multiaventura.

lunes, 27 de julio de 2015

La harinera de Abarca de Campos (Palencia, España) reabre como restaurante


«Espacio gastronómico y más» es el lema con el que reabre sus puertas la Fábrica de Harinas movida por el Canal de Castilla en la localidad palentina de Abarca de Campos. Cesó su actividad industrial en 1979 y hace algunos años tuvo un primer intento para convertirse en sala de exposiciones, incorporando obras de arte contemporáneo que convivieran y dialogaran con la maquinaria fabril. Aquello no salió adelante, pero afortunadamente ahora nace un nuevo proyecto vinculado a un aprovechamiento hostelero que también conserva los fines culturales iniciales.

"La Fábrica del Canal" es el nombre que toma la iniciativa ya inaugurada la semana pasada. Al frente del proyecto está el abogado y economista palentino Fernando González. En él han participado Adan Bresnick, Miguel Peña y José Antonio Salvador. La dimensión artística se ha encomendado al Grupo Muriel. La carta del restaurante ha sido elaborada por Sonia Fuentes, cocinera y asesora gastronómica de España Exportación e Inversiones (ICEX), siendo la máxima responsabilidad del restaurante a cargo del chef argentino Gustavo Greco.

Fábrica del siglo XIX, maquinaria del siglo XX, uso cultural en el siglo XXI
Dice la prensa que la fábrica de harinas de Abarca de Campos se levantó en el año 1845 en el Canal de Castilla. Nosotros carecemos de un estudio detallado, si bien la fecha nos suscita dudas pues el Ramal de Campos, donde se emplaza la fábrica de Abarca (en la primera esclusa), no se inauguró hasta 1849. Otra referencia de prensa la data en 1854, lo cual podría ser más correcto.

Pero nuestro libro “El agua y la fábrica de harinas en torno al Canal de Castilla en Medina de Rioseco” (2012, realizado por Juan José Fernández Martín, Javier Revilla Casado y Jesús I. San José Alonso) [puede descargarse en PDF en http://bibliotecadigital.jcyl.es/jcyl/i18n/catalogo_imagenes/grupo.cmd?path=10111444], página 76, incluimos una tabla con todos los aprovechamientos industriales del Canal de Castilla en 1855 y allí vemos que entonces todavía no existía una fábrica de harinas en el salto de Abarca de Campos sino un molino arrendado por F. Silvestre.

Por lo tanto, la conversión en industria harinera fue posterior. Incluso por las fotografías que hemos podido ver del interior, podemos intuir que la maquinaria corresponde, como muy temprano, a la década de 1920. Esto que indicamos no merma para nada el valor arquitectónico e industrial de esta impresionante fábrica de harinas, a la que deseamos el mejor de los futuros en su nueva andadura. Ojalá haya muchas más iniciativas como ésta.

Fotos:

Fuentes:


martes, 26 de mayo de 2015

Un incendio afecta a la fábrica de harinas "El Serrón" en Grijota (Palencia)



Retomamos la actividad de este blog, que por diversos motivos no podemos actualizar actualmente tanto como lo hacíamos en años pasados. Y volvemos con una muy mala noticia, la destrucción parcial de la fábrica de harinas "El Serrón" situada en Grijota (Palencia), a causa de un incendio.

Recordamos por otra entrada que ya colgamos en nuestro blog, que dicha harinera se sitúa en el salto o esclusa número 29 del Canal de Castilla, estando datada entre 1759 y 1804. Actualmente es propiedad del Ayuntamiento de Grijota, quien tiene desde hace años un proyecto para su rehabilitación como Museo del Pan, además de biblioteca, cibercentro o sala de exposiciones y talleres.

Lamentablemente desconocemos el alcance de los daños causados por el incendio, aunque observamos que ha destruido las cubiertas y estructuras interiores de madera y nos tememos que haya afectado mucho a la posible maquinaria conservada.




















Fotos:
Manuel Brágimo (ICAL), publicadas en Diario Palentino.

Enlaces de prensa:



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